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As Perguntas Mais Frequentes

Como é que funciona a terapia TESED?

Esta pergunta sempre foi das mais difíceis por não conseguirmos encontrar referências que as pessoas entendessem ou soubessem que existia. Apesar de ainda ser uma pergunta exigente, ficou um pouco mais fácil quando em 2016 se confirmou a existência de ondas gravitacionais, tendo sido atribuído em 2017 o Premio Nobel da Física aos cientistas que estiveram por detrás dessa descoberta, prognosticada por Albert Einstein.

Apesar de termos conseguido algumas referências não diminuiu a complexidade de explicar.

Imaginem que vivemos dentro de uma caixa, nessa caixa as paredes estão pintadas de branco, e existem alguns móveis espalhados aleatoriamente pelo espaço. Para além disso essa caixa não tem contacto com nada exterior a ela, ou seja, não entra ou sai nada dessa caixa, está hermeticamente fechada. Decidimos dar um arranjo e uma decoração nova à sala. Como essa sala não tem comunicação com o exterior só podemos redecorar a caixa com aquilo que está dentro da caixa. Assim as paredes ir-se-ão manter brancas, pois não temos acesso a tintas que teriam de vir do exterior, e os móveis apenas os iremos colocar noutro local, a sala seria basicamente a mesma apenas com uma organização diferente. Mas, para mudarmos de facto algo e não darmos apenas uma aparência diferente precisamos de algo mais, é aqui que a energia biogravitacional intervém de forma a dar o material que precisamos para fazer essa mudança.

Com esses novos materiais e informação ensinamos a pessoa a dar as condições para que as sementes de cura possam germinar. Juntamente com uma linguagem que a nossa mente entende, reúnem-se as condições para que a consciência se eleve e a mudança real seja feita. Aliado a isso temos todo o conhecimento fisiológico e psicológico existente neste momento no planeta, unindo assim, a medicina ocidental, com a chinesa, com a ayurvédica e ainda a psicologia desde Freud até aos dias de hoje, bem como, os conceitos integrados de reflexologia e de técnicas terapêuticas desenvolvidas pelo Paulo Pais, respeitando totalmente o conceito de integração de todos esses conceitos.

Como é uma consulta?

Numa primeira consulta a alimentação irá ser revista tendo em conta o perfil alimentar de cada pessoa, ou seja, cada pessoa tem alimentos que são proibidos e por outro lado tem a necessidade de determinados alimentos. O seu perfil alimentar pode ser identificado através de quatro variáveis principais: o tipo de sangue, o tipo proteico, o tipo metabólico e sintomatologia apresentada. Nas consultas seguintes, dependendo da adesão à alimentação e do modo como o organismo está a reagir, começo a trabalhar com a energia biogravitacional aliado à linguagem para iniciar a resolver o ser físico, o ser emocional e o ser espiritual, dando consciência das mudanças que a pessoa deve fazer no seu dia-a-dia para que a cura e a saúde seja atingida. O alívio de sintomas não é o objectivo primordial, apesar de isso normalmente também acontecer, e todo o processo é liderado no sentido de se atingir a cura.

O que acontece numa segunda sessão quando se começa a tratar a pessoa?

Depois de na primeira sessão ter feito o diagnóstico e ter regularizado a alimentação de acordo com as necessidades do paciente, na segunda consulta e restantes analiso sempre a evolução e defino o método ou métodos terapêuticos mais adequados ao tratamento nessa sessão.

Para tratar posso usar conceitos terapêuticos de reflexologia ou sacrocranianos ou aquilo que uso mais é a energia biogravitacional e os processos terapêuticos inerentes à mesma e que foram desenvolvidos por mim. Para o paciente é relativamente simples, apenas precisa de fechar os olhos e permitir que a cura aconteça. De acordo com a necessidade poderei durante o processo falar com ele ou não, poderei tocar terapeuticamente em partes específicas com o objectivo de desbloquear algo no corpo, ou simplesmente apenas voltar a falar com ele para que abra novamente os olhos. Basicamente e de forma sucinta, nós estamos todos interligados através da malha biogravitacional, assim ao tocar essa malha irei conectar cordas que estavam “cortadas” ou “desligadas”, regularizar e equilibrar a malha biogravitacional, colocar as cordas a vibrar na sua frequência própria permitindo alterar os estados patológicos em que os pacientes se encontram, conectando deste modo o corpo, a mente e a alma.

Quanto tempo dura uma consulta?

A primeira consulta dura cerca de duas horas e engloba a análise de toda a situação clinica, a definição das alterações alimentares e de estilo de vida que devem nesta fase ser atingidos. O tempo de duração das consultas seguintes depende de cada pessoa, da situação e da evolução apresentada, podendo variar entre uma a duas horas. Em casos muito específicos poderá alongar-se para mais do que as duas horas. Neste tipo de abordagem não existem protocolos nem tempos de aplicação estipulados. O que for feito será de acordo com aquilo que aquela pessoa precisa naquele momento e, como se pode calcular, cada pessoa tem as suas necessidades e variam elas próprias no tempo. Não é por durar mais tempo que será melhor ou mais eficaz, o tempo de duração será o resultante dos processos terapêuticos que o paciente precisar naquele dia tendo em vista a sua cura.

Que tipo de patologias este método trata?

Esta é das perguntas mais interessantes.

Estamos tão habituados a ir ao médico de clinica geral e depois sermos direccionados para um especialista, ou então, identificamos logo qual a área do corpo afectada e dirigimo-nos autonomamente a um especialista, que quando alguém nos responde referindo que “não trata doenças, mas sim pessoas” ficamos meio perdidos no que é que essa frase significa.

Ao entendermos os sintomas como locais, achamos que precisamos de alguém especializado naquela área do corpo para que a situação seja resolvida. As doenças são apenas o reflexo de um desequilíbrio existente na conexão corpo-mente-espirito e não o tema em si.

Nesta medicina actua-se globalmente e nunca localmente, isso não significa que não seja necessário algumas vezes ajudar localmente, mas nunca esquecemos que o desequilíbrio não está ali, apenas se está a manifestar agora naquele local. Não seguimos catálogos de identificação de doenças para tratar as pessoas. Esses catálogos apenas servem para especialistas em terapia comunicarem entre si, não ajudam a tratar a pessoa e muitas vezes apenas atrapalham. Quando damos um nome a um conjunto de sintomas para facilitarmos o processo de comunicação e podermos assim definir um diagnóstico não temos a noção das limitações que vamos criar.

Ao identificarmos a patologia ficamos todos descansados pois identificamos a doença que aquela pessoa tem permitindo logo a seguir a aplicação de um protocolo terapêutico de acordo com o diagnóstico feito. Actualmente é muito comum as pessoas chegarem até mim com o nome da doença que padecem e sabem tudo sobre essa doença, inclusive sobre a sua evolução futura. Chegam à procura de um alívio para a mesma pois acreditam que não haverá muito mais a fazer para além do alívio dos sintomas existentes. Essa crença é bloqueadora da cura, pois as pessoas já não têm esperança de que algo se possa fazer para reverter o processo. Quando a esperança morre não há remédio, por mais milagroso que seja, que consiga funcionar.

O que é relevante é o conjunto de todos os sintomas que a pessoa apresenta, sejam eles físicos, emocionais, de estilo de vida, etc…, ou seja tudo aquilo que aquela pessoa é naquele momento é importante para a podermos tratar adequadamente. Assim o objectivo nunca será restrito à patologia apresentada, mas sim tratar a pessoa no seu todo, envolvendo todas as variáveis das quais ela irá depender para que a cura aconteça.

Quantas sessões é que são necessárias?

O número de sessões não depende dos sintomas apresentados, mas da pessoa, da sua história pessoal e até que ponto os sintomas estão ligados àquela pessoa. Por exemplo, uma simples dor nas costas exactamente igual em duas pessoas diferentes, pode para uma ficar resolvida numa sessão e para a outra só depois de algumas sessões estar resolvida. Isso acontece pois nunca se sabe qual a ligação que um sintoma tem em cada pessoa. Na primeira era algo superficial, na outra estava ligada a várias questões, que só depois das mesmas estarem resolvidas é que a dor nas costas ficou resolvida.

Outro aspecto que é importante ter em conta é a disponibilidade que a pessoa tem para a cura, ou seja, existem pessoas que apenas estão interessadas no alívio do sintoma e não pretendem alterar mais nada na sua vida, nem ganhar consciência daquilo que tem de ser mudado. Nesse caso, o processo é mais lento e pode mesmo ficar estagnado. Quando a pessoa está comprometida com a cura, o processo, normalmente, é mais rápido e bastante motivador tanto para o paciente como para o terapeuta.

Nos desequilíbrios que enfrentamos só existem na realidade dois tipos de situação: as pessoas que se querem curar e as pessoas que não querem. Nas primeiras a saúde será recuperada, em mais ou menos tempo, mas será sempre recuperada. Nas segundas a doença mantem-se e apenas se irá caminhar de alívio de sintoma em alívio de sintoma, até chegar ao ponto em que a doença se instala de tal forma que os alívios de sintomas já não funcionam.

Quando se inicia um processo destes quando é que ele pára?

Depende sempre do objectivo da pessoa. Se o objectivo for apenas o alívio do sintoma, não serão necessárias muitas sessões para que isso se atinja. Se o objectivo é a cura, então teremos um processo diferente em que, como é claro não termina no alívio do sintoma, e irá até ao momento em que a pessoa ganhará autonomia no caminhar no sentido da cura. É um processo que pode demorar mais tempo, mas que não tem uma resposta única.

Quais os efeitos secundários?

Os únicos efeitos secundários que podem existir têm a ver com o processo de cura. Para que a cura possa acontecer é necessário ensinar o corpo e a mente a ultrapassar padrões de funcionamento, uns físicos outros emocionais, e são essas mudanças que o paciente poderá nalguns casos sentir como desconfortáveis, mas são equivalentes a quando uma ferida está infectada e é necessário limpar, desinfectar e dar as condições para que a mesma sare e acabe por se fechar. Durante o processo de cura de uma ferida a região afectada poderá doer, sentirmos comichão, ou mesmo outras situações que podem aparecer e que entendemos como pertencente ao processo de cura daquela ferida.

Neste processo acontece o mesmo, tratamos as várias feridas que a pessoa tem, limpando, desinfectando e dando as condições para se poderem curar. Nesse processo irão existir manifestações relativas ao próprio processo de cura dessas mesmas feridas, e esses são os únicos efeitos secundários que existem aqui, ou seja, a cura e o processo de cura são em si próprios os efeitos pretendidos e vão ser aquilo que teremos.

O que ensinam no curso é o que fazem em terapia?

Sim. O curso TESED-Medicina Holística Integrada contém 9 módulos principais e é tudo aquilo que faço em terapia em termos práticos e teóricos:

– a Reflexologia numa vertente ampla, em que todo o corpo reflexológico é usado para tratar e ajudar a pessoa a recuperar – Módulos Reflexologia Podal e Reflexologia Auricular;

– a interligação do sistema mecânico com a reflexologia e o sistema energético – Módulo Sacrocraniana;

– a interligação das varias medicinas e a reflexologia – Módulo Corpo Reflexo;

– a nutrição como ponto essencial de suporte e transformação – Módulo Perfil Alimentar;

– a energia biogravitacional – Módulo Energia Biogravitacional;

– a aprendizagem de uma linguagem nova de comunicação com a nossa mente – Módulo TESED Nível I;

– o uso avançado da energia biogravitacional e da linguagem de comunicação com a mente na prática clinica e na identificação de padrões patológicos – Módulo TESED Nível II;

– no módulo de Prática Clinica Avançada congrega-se e amplia-se toda a aprendizagem dos módulos anteriores no seu uso terapêutico.

Existem ainda dois módulos opcionais que são a Iridologia Avançada (método de diagnóstico) e Movimentos para a Saúde (o movimento como forma de atingir níveis de saúde elevado).

A integração de todos os conceitos sobre medicina seria uma tarefa só por si quase impossível, ainda juntaste os conceitos actuais sobre psicologia humana, como é que conseguiste fazer isso?

A minha formação inicial não tem absolutamente nada a ver nem com um nem com outro. Quando aos 35 anos comecei a estudar medicina e psicologia, o único interesse que tinha era arranjar formas de me ajudar a mim próprio e à minha família, e acima de tudo curar-me e não voltar a adoecer. Estava aberto a tudo o que me ensinavam, sem criar qualquer barreira de julgamento momentâneo. Depois ia estudar e tentar entender mesmo a fundo aquilo que me ensinavam. Com o tempo percebi que todos falavam do mesmo, mas de formas diferentes. Nessa altura comecei aos poucos a integrar conhecimentos, a aproveitar aquilo que se aplicava na prática e a rejeitar aquilo que tinha pouca aplicação prática ou estava mesmo errado. Foi um processo longo, levou-me 16 anos, e aos poucos o puzzle ia sendo montado.

Quando em 2012 surgiu o embrião daquilo que hoje é a TESED, começou a colocar em causa tudo o que eu tinha estudado e ao mesmo tempo peças que não se encaixavam e estavam separadas do puzzle começaram estranhamente a encaixar-se. Estas não se encaixaram antes porque a perspectiva estava distorcida por conceitos ilusórios de verdades absolutas inquestionáveis. Quando o castelo veio totalmente abaixo tive de voltar a montá-lo, mas agora com as peças certas no sítio certo. É claro que havia peças que não pertenciam ao castelo e tiveram de ser rejeitadas, mas também houve peças novas que surgiram.

No final de 2014 tudo estava integrado e a partir daí conclui o livro que já escrevia desde 2004. Desenhei o primeiro esboço do curso actual, terminando todo o processo em 2015 com a consequente edição do livro “TESED-Para acabar de vez com a ciência… e tudo o resto” e o arranque em 2016 da estrutura modular actual dos nossos cursos TESED-Medicina Holística Integrada.

Qual a razão para o curso ser modular e não ter um princípio e um fim obrigatório?

Entendemos que cada um é livre de definir o seu próprio caminho e deste modo pode fazê-lo.

Podemos aconselhar um percurso, mas cada pessoa sabe melhor do que ninguém o que precisa.

Em cada módulo transmitimos todo o conhecimento teórico e prático que o estudante precisa para exercer profissionalmente as técnicas terapêuticas ensinadas, ou seja, quem começa a estudar connosco pode ao fim de alguns meses estar a exercer, e ao mesmo tempo que está a exercer e a praticar começa a ter uma abrangência maior do que é ser terapeuta, das valências que pretende ter e complementar, ao seu ritmo, com os módulos que achar mais adequados para si, podendo fazer uma aprendizagem mais consistente e tornar-se assim um terapeuta competente e credível.

Por outro lado, existem terapeutas que já exercem e apenas estão interessados num ou noutro módulo para poderem complementar ou integrarem naquilo que já fazem e têm assim a possibilidade de o fazer sem terem de tirar todos os módulos. Temos uma perspectiva muito própria e específica sobre a aplicação de métodos terapêuticos e sobre a forma como eles se integram, e aceitamos que outros os usem como acharem mais adequadas.

É a nossa convicção que o ensino desta área do conhecimento deve ter uma base credível e consistente e cabe-nos a nós fazermos aquilo que sabemos para que isso aconteça, dando aos nossos terapeutas as condições necessárias, acompanhando-os nas suas dificuldades e ajudando na prossecução da efectivação de uma via profissionalizante. Para isso dedicamos um dia por semana aos nossos terapeutas, fazendo supervisão clinica, desenvolvendo capacidades e actualizando continuamente os seus conhecimentos.

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