7 results for month: 10/2017


O alarme às meias horas

A correria do dia-a-dia, os horários díspares das refeições, ou simplesmente “aquele bichinho” que surge quando menos se espera…. Os famosos snacks estão muito na moda mas na grande maioria das vezes estão conotadas a algo “pouco saudável” ou a um consumo de aperitivos. Se reflectirmos um pouco, chegamos à conclusão que na grande maioria das vezes não estamos precavidos para tal situação ou porque achamos que não vamos sentir fome, ou porque simplesmente “dá algum trabalho” e aí surgem as famosas e milagrosas máquinas self-service que tem aquelas bolachinhas mesmo a medida só para “enganar o estômago”. Mas o que ...

O Antropólogo que não sonhava

Qual o sentido de procurar o sentido de uma existência cujo único sentido é a própria existência? Esta questão vivia na mente de João Pedrogão desde que, num dos seus passatempos preferidos de folhear livros ao acaso nas livrarias que aleatoriamente encontrava nas suas viagens, parou na página de um livro de que nem memória do título tinha, e onde se podia ler: “Todas as estradas são em si iguais, não levam a lado nenhum. Existem no entanto estradas que têm um coração, e outras que não o têm. Escolher a estrada que tem coração torna a vida cheia, as outras tornam a vida vazia e escura, parecendo uma maldição, tornam-nos ...

O “bouquet nutritivo de vitaminas e minerais”

Foi assim que me foi apresentado este vegetal quando comecei a pesquisar para fazer este artigo. A couve-flor corresponde a um vegetal crucífero da mesma família que os brócolos, couve de bruxelas e repolho, sendo a mais digestiva de todas as couves. É composto por uma “cabeça compacta” rodeada por folhas verdes e grossas com o intuito de proteger da luz solar, de modo a impedir o desenvolvimento de clorofila, permitindo preservar a sua cor branca. A sua ingestão é recomendada e apresenta inúmeros benefícios e propriedades entre os quais desintoxicantes, depurativas e diuréticas devido ao seu teor de água e potássio e uma variedade ...

Viver sem pão

É certo que o pão é um alimento que faz parte do cotidiano das famílias portuguesas. Sob a forma de pequeno-almoço ou lanche; fazendo parte ou sendo uma refeição, existem sempre formas de o encontrar. Eu sempre gostei muito de pão e não dispensava uma refeição onde este fizesse parte e servisse de acompanhamento. Para mim era a chamada “cereja no topo do bolo” da minha refeição. Ao longo do tempo, por decisão própria, e devido ao estilo de vida adotado fui evitando o consumo de pão. Quando o consumia grande parte das vezes era feito por mim. Mas tenho que admitir que sabia muito bem uma sandes de queijo fresco com azeite e ...

O Meu Melhor Amigo

Sendo que cada um é como é, também é certo todos vivemos onde queremos viver. Há pessoas que vivem no ressentimento, outras na raiva ou no ódio ou naturalmente não conseguem perdoar. Eu, simplesmente, tenho medo. Medo de quê? Não sei, penso que de tudo. Medo de não ser boa o suficiente, de provocar incómodo ou irritação, de ser julgada, de ser criticada, de ter uma opinião diferente, de não ser aceite tal como eu sou, e por essa mesma razão, acabei por sacrificar a minha própria natureza e a mim própria. As máscaras foram as minhas melhores amigas, através das quais consegui quase sempre ser aceite, aparentemente respeitada, isto ...

Bolo de Abóbora

A grande dificuldade que senti quando comecei este processo foi o que comer entre as principais refeições; se não posso comer iogurtes e derivados do leite, nem a minha banana com manteiga de amendoim então o que vou comer?! Além disso, apesar de já não comer os típicos doces, gostava (e gosto) de bolos e sobremesas. E então surgiu esta receita. Este bolo de abóbora pode servir para compor um dia de festa mas pode servir perfeitamente como “snack” entre refeições. Sendo a abóbora por si só doce, a quantidade de adoçante que se utiliza é reduzida e pode utilizar um da sua preferência. Acima de tudo devemos pensar nas receitas ...

A Alma é a nossa bússola

A Vida é como aquilo que não nos podemos esquecer. Tem motivos e consequências para o que acontece e não nos podemos espantar porque afinal somos nós que a conduzimos pela estrada da existência que nem sempre é recta, nem sempre é curva, nem sempre sobe, nem sempre desce... Essa viagem não é para ser fantástica nem tenebrosa ... é só para ser. E sendo, dela fazemos parte de corpo inteiro porque a metade não nos deixa ser aquilo que temos para ser. Ser implica que estamos presentes com aquilo que temos e ficamos assim nessa fusão de corpo e espírito. A alma é a nossa bússola e se dela estivermos distantes perdemo-nos na viagem. ...